Saiba porque Steve Jobs usava sempre a mesma roupa



Um dos grandes mistérios do mundo da tecnologia acaba de ser revelado. E olha que ele corria o risco de permanecer indecifrável depois que, seu protagonista, Steve Jobs, morreu na semana passada: por que o fundador da Apple vestia sempre a mesma roupa.

A explicação está na biografia oficial de Steve Jobs, do escritor Walter Isaacson, que deve ser lançada nas próximas semanas. O guarda-roupas de Jobs com suas camisetas chamadas de “turtlenecks”, tem a ver com um costume das fábricas japonesas.


Em uma visita ao Japão no começo dos anos 80, Jobs quis saber o porquê dos trabalhadores de lá usarem uniformes. O motivo, explicou o presidente da Sony, Akio Morita, tinha origem no Japão pós-guerra, quando os operários simplesmente não tinham roupas para vestir. As fábricas davam os uniformes para que eles tivessem o que usar para trabalhar todos os dias.


Ao longo dos anos, cada empresa criou estilos próprios de uniforme, que funcionavam como uma “marca registrada” e eram uma forma delas desenvolverem um laço especial com os trabalhadores.

“Decidi que eu queria aquele tipo de ligação para a Apple”, contou Jobs a Isaacson. O fundador da Apple pediu ao designer Issey Miyake que criasse uniformes para a empresa, mas a ideia não agradou ao pessoal da Apple e foi abortada.

Mas como Jobs continuou amigo de Miyake, surgiu a ideia de que ele tivesse um uniforme para si mesmo: seria tanto pela conveniência (se você é mulher, não vai entender MESMO o porquê disso) como para criar uma “marca pessoal” (e deu certo).

Jobs pediu ao designer algumas camisetas turtlenecks (cores variadas, mas parece que a cor preta ficou como predileta) e acabou recebendo algumas centenas delas.






A triste evolução de alguns famosos











Tsingy de Bamaraha




Na ilha de Madagascar, mais precisamente na costa Oeste, podemos constatar uma grande maravilha da natureza. Lá está a Reserva Natural Integral do Tsingy de Bemaraha, cuja geografia única pode ser descrita como uma floresta de pedra, habitada por lêmures, pássaros selvagens e mais tantas outras espécies endêmicas.A área protegida abrange 1500 quilômetros quadrados, o que constitui praticamente uma ilha dentro da própria ilha de Madagascar. A região é praticamente inexplorável e quase impenetrável, justamente pela sua formação rochosa atravessando a reserva, denominado Tsingy (Na língua malgaxe significa “lugar em que não pode andar descalço”).Este grande bloco de rocha, no caso de calcário, dissolveu-se ao longo de milhares de anos, por meio de erosão, feito pela ação das águas e pelo vento. Deste modo a natureza encarregou-se de esculpir e transformar a região numa densa floresta, desenhando um labirinto de torres de calcário (alguns chegam a 120 metros de altura), cânions estreitos e cavernas úmidas. Toda esta estrutura contribui para dificultar o acesso do homem, mas facilita servindo de morada e bom refúgio para animais e plantas.Geralmente são registradas novas espécies, comumente isoladas no interior da floresta, já que no topo das torres o calor é intenso. As temperaturas chegam a ultrapassar os 32ºC. Animais como os lêmures por exemplo, usam o tsingy com grande habilidade, e adaptados ao clima saltam pelos pináculos em busca de frutas nas árvores. Nas pequenas frestas os lagartos buscam insetos, enquanto plantas resistentes a seca crescem na procura por umidade.Nos cânions, outros nichos são predominantes como morcegos frugívoros, papagaios escuros, abelhas que desenvolvem suas colméias entre os buracos na pedra, etc.Já nas regiões onde se acumulam água e os sedimentos, há uma maior concentração de plantas como orquídeas, árvores de madeira de lei, beirando a uma fauna variada desde caramujos gigantes e camaleões, também de grande porte.E abaixo do solo, nas grutas, encontram-se peixes, insetos, dentre outras criaturas que não necessitam viver em zonas intermediárias, ou pouco acima da superfície.Um triste dado estatístico.Desde a presença dos primeiros seres humanos na ilha, isso há 2,3 mil anos, estima-se que 90% do hábitat original fora destruído. A maior parte foi desmatada para a extração de madeira e queimada para o cultivo agrícola e pecuária. A conseqüência naturalmente foi a extinção de muitas espécies endêmicas.Graças ao próprio tsingy o povoamento não se proliferou por toda a região. As formações rochosas serviram como grande barreira para que houvesse o avanço do homem e de seus rebanhos. O tsingy também protegeu a mata contra incêndios tanto pelas mãos da natureza, quanto as de origem humana.Não se sabe ao certo por quanto tempo durará esta maravilha da natureza. O ecossistema de tsingy flui bem sem a intervenção do homem, mas as mudanças climáticas podem colocar esta fortaleza abaixo. A redução do nível de umidade, a queda nas precipitações e o aumento na acidez das chuvas comprometem as formações rochosas e toda sua biodiversidade. Um dia tudo isto poderá simplesmente desaparecer. A Reserva Nacional de Tsingy de Bemaraha foi declarada Patrimônio da Unesco em 1990.

Compartilhe

 
Copyright © Mundo dos Homens - Blogger Theme by BloggerThemes & freecsstemplates - Sponsored by Internet Entrepreneur